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terça-feira, 23 de outubro de 2007
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Vou colocar o meu avatar do Second Life aqui... nao o que criei primeiro de japonesa, mas o mais parecido comigo... logo criarei um bem diferente de todos.
Julio Preuss - 28/08/2007 - 18:54 Também temos dicas básicas para você apresentar o incrível mundo da tecnologia para seu pai. 1 - Computador : Seu pai já tem computador? Se não tem e você não vai dar de presente, trate de obrigá-lo a comprar um. Com os incentivos fiscais e parcelado em até dois anos (mais que isso significa continuar pagando depois que o micro estiver obsoleto), dá para comprar um PC básico por quase o mesmo que se paga por uma assinatura de jornal. Para os pais já informatizados, pode ser hora de turbinar a máquina com mais memória, um HD mais espaçoso, um monitor LCD ou, para os pais moderninhos, uma placa 3D que rode os games mais novos. Pesquise preços em lojas online ou em serviços como o Shopping UOL. E depois de comprar a nova máquina, confira nosso tutorial com sugestões de uso para seu PC usado. Tutorial: o que fazer com o computador velho (Parte 1)Tutorial: o que fazer com o computador velho (Parte 2) 2 - Conectividade: Acesso discado já era. O pai hightech que se preza tem banda larga, de preferência com 1 mega para cima. Você pode não ter como assinar o serviço por ele, mas pode providenciar a parte burocrática: pesquisar as opções disponíveis no bairro, brigar com o síndico para deixar passar eventuais cabos etc. E não é só isso: bom mesmo é plugar o modem de banda larga num roteador wireless para compartilhar a conexão com os vários computadores e demais dispositivos tecnológicos da casa, sejam com ou sem fio. Só configurar isso para o paizão já é um presente e tanto. Alguns serviços de banda larga são: Velox, Speedy; Ajato, Virtua, BR Turbo. Nos sites você consegue informações sobre preços e telefones de contato. Se seu pai tiver dúvidas sobre tecnologias de conectividade e sobre como montar uma rede wireless, indique nossos tutoriais pra ele. Tutorial: aprenda a montar uma rede Wi-Fi em casaWi-Fi, infravermelho, bluetooth. Tire suas dúvidas!Como fazer uma rede Wi-Fi seguraComo fazer backup de arquivos em CDs 3 - Mídia removível: Trate de avisar o seu pai que disquete é coisa do século passado e gravar CDs para levar arquivos de um lado para o outro é desperdício. Com os preços atuais da memória flash, os drives USB portáteis – mais conhecidos aqui no Brasil como “pendrives” – de menor capacidade são praticamente descartáveis. O negócio agora é comprar um de 2, 4 ou 8 GB em diante para poder encher de músicas e vídeos sem medo de faltar espaço. Se tiver recursos de segurança para proteger seus dados, melhor ainda. Saiba como usar melhor seu pendrive e aumentar a vida útil dele 4 - Celular: Superada a fase inicial em que realmente eram difíceis de aturar, os smartphones finalmente atingiram a maturidade. Celular, agora, tem que ser “esperto”: acessar a Internet, permitir a instalação de programas e sincronizar dados com o computador. Não deixe o papai escolher o telefone só pela estética e, uma vez comprado o smartphone, fique de olho na conta para não gastar fortunas em tráfego de dados. Quem explora pra valer o potencial desses aparelhos deve assinar um pacote de dados ontem. Nos sites das empresas de telefonia, você consegue informações sobre planos e tarifas e também sobre os aparelhos disponíveis: TIM; Claro; Vivo; Oi. Se seu pai é do tipo executivo, um smartphone é um bom presente. Confira nossas dicas: Seu pai pode levar o escritório no bolso? 5 - Outros gadgets: Dependendo dos recursos do celular do paizão, comprar outros eletrônicos portáteis pode nem ser necessário, mas se ele leva fotografia a sério ou é fã de música, não pode ficar sem uma câmera digital dedicada e/ou um MP3 player de última geração. A câmera não terá menos de 5 megapixels, será capaz de filmar em boa qualidade e deve vir acompanhada de um rápido passo-a-passo ao vivo para os papais da era dos 35mm não se perderem. O MP3 player deve ter alguns gigabytes de capacidade e, se possível, capacidade de tocar vídeos. Escolha o presente certo pro seu pai. Nós temos as dicas! 6 - Software: Se até agora estávamos falando apenas em comprar coisas, o momento agora é de economizar. O pai hightech tem que ter alguma experiência com software livre: se vocês não forem radicais o suficiente para encarar logo um Linux, pelo menos devem adotar o navegador alternativo Firefox. Para não ter mais que gastar uma fortuna ou apelar para a pirataria, é preciso dar conta das tarefas de escritório usando o OpenOffice. Se você quer saber mais sobre alternativas ao Internet Explorer, leia nossa matéria sobre o assunto: Navegar é preciso. Ou então partir logo para a filosofia Web 2.0 e usar só aplicativos online, como o Google Docs. 7 - e-mail e favoritos: Por falar em Web 2.0, duas categorias em que a rede definitivamente superou as aplicações locais são e-mails e listas de favoritos. Os papais 2.0 devem ter ambos armazenados na “nuvem” da Internet, em serviços como o GMail ou Yahoo Mail e Google Bookmarks ou Delicious. E o filhão pode ajudá-lo a migrar das soluções antigas para estas, configurando redirecionadores de e-mails e importando os bookmarks até então armazenados no navegador. 8 - Networking: Seu pai não está no Orkut? Isso só se justifica se ele tiver apagado o perfil depois de sofrer com o assédio das ex-namoradas ou, melhor ainda, se já migrou para o Facebook, o novo ideal em redes sociais. Trate de convidá-lo para uma das duas, ensiná-lo a encontrar amigos, se associar a comunidades ou, no caso do Facebook, instalar novas aplicações. E se papai e mamãe não estão mais juntos, aproveite para cadastrá-lo num site de namoro. Homens mais velhos costumam fazer sucesso. Outra opção é participar do UolK. 9 - Blog: Mais de 100 milhões de pessoas no mundo já têm blogs. E o seu pai? Ensine-o a criar um – mesmo que ele não continue atualizando, terá aprendido como funciona. E todos que já criaram um blog também já abandonaram algum! Ter um blog motiva as pessoas a navegar em outros blogs, trocar comentários e ler mais sobre temas que normalmente passariam em branco. Quem sabe ele não encontra um nicho que adora e acaba se tornando um blogueiro profissional? Duas opções de serviço são: UOL Blog e Blogger, mas há vários outros na Web. 10 – Feeds: Depois que você se encanta por alguns blogs – ou mesmo antes, para acompanhar seus sites de notícias favoritos – torna-se imprescindível usar um leitor de RSS para assinar os feeds que lhe economizarão milhares de visitas a cada site individual. Mostre ao seu pai como isso funciona e instale um agregador no computador dele – ou apresente-o ao Google Reader ou Bloglines e cadastre pelo menos uma dúzia de feeds no leitor que mais lhe agradar. Inclusive o do WNews, claro, para o papai ficar cada vez mais antenado!
Wi-Fi, infravermelho, bluetooth.
João Loes - 27/07/2006 - 15:26 “O mundo agora é wireless”, “Apostamos na convergência de tecnologias”, “Vamos investir em redes sem fio”. Essas e outras frases povoaram – e continuam povoando – os discursos de empresários e gurus de tecnologia que, quando são questionados sobre os rumos dos investimentos de suas empresas ou do mercado, não hesitam em usar e abusar da famosa “convergência”. Empurrando a convergência – que é essencialmente a união de um série de tecnologias e um único dispositivo, preferencialmente móvel – estão as soluções de conexão sem fio como Wi-Fi, WLAN, Bluetooth, Wi-Max e infravermelho (esta uma espécie de avó, ou precursora das outras quatro). Afinal, qual é a tecnologia que está por trás da conexão sem fio de laptops e PDAs à Internet? Qual é a tecnologia que permite que celulares se comuniquem com fones e aparelhos de viva-voz? Essa é a mesma tecnologia utilizada por PDAs, celulares e laptops para conversar entre si? Será que um dia a cidade inteira estará coberta por uma enorme rede sem fio na qual poderemos nos conectar quando e onde quisermos? O WNews preparou um verdadeiro bê-a-bá sobre tecnologias sem fio pra você não ficar mais perdido sobre este assunto. Confira a seguir.Wi-Fi/WLANWi-Fi, sigla para "wireless fidelity" – ou fidelidade sem-fio –, refere-se a um tipo de conexão entre computadores, PDAs e até celulares com uma rede sem a necessidade de fios. Já WLAN, que quer dizer a mesma coisa, é um pouco mais específica e quer dizer Wireless Local Área Network – ou rede sem fio local.Ou seja, em ambas, o sinal de Internet ou de uma Intranet sai do cabo e ganha o ar, em forma de ondas de rádio, e passa a ser captado por qualquer equipamento habilitado com essas tecnologias wireless. Em redes Wi-Fi do tipo 802.11g (que é um dos padrões desta tecnologia), a velocidade pode chegar a 54 Mbps, enquanto as 802.11b se limitam a 11 Mbps. Com isso os usuários ganham liberdade para acessar documentos importantes, informações de estoque, e-mails ou um simples perfil no Orkut em qualquer lugar coberto pela rede.Uma rede Wi-Fi consiste basicamente de uma conexão de Internet a cabo ligada a um access point – que emite um sinal sem fio de Internet –, e que se comunica com um laptop, um desktop ou um PDA compatível com esta tecnologia. Prós e contrasA opção por uma rede Wi-Fi traz consigo vantagens e desvantagens. Uma instalação Wi-Fi pode ser mais cara ou mais barata que uma rede a cabo – isso geralmente depende da quantidade de computadores que serão ligados em rede. Quando são muitos os computadores, a conexão sem fio geralmente é mais vantajosa já que o cabeamento em grandes escritórios, por exemplo, pode custar milhares de reais.Outro fator que deve ser considerado é a segurança da rede wireless frente ao conforto que ela traz. Ou seja, ao mesmo tempo em que a conexão sem fio oferece liberdade aos usuários, as informações estão literalmente no ar, o que faz aumentar a já incômoda preocupação com segurança e criptografia de dados.Para aumentar e garantir a cobertura, existem repetidores de sinal, vendidos pelas mesmas empresas que fabricam access points - aqueles aparelhos que, como dissemos acima, emitem o sinal da Internet sem fio - e que aumentam a área de atuação da rede wireless. Já para contornar a questão da segurança, boa parte dos softwares que vêm nos access points oferecem, durante a configuração, alguma forma de proteção da rede – geralmente com a utilização de senhas. Ficou interessado na tecnologia? Então acesse o tutorial “Como montar uma rede Wi-Fi” e entre para o mundo sem fio.Bluetooth O nome, de início, chama atenção – bluetooth, ou Dente Azul. A tecnologia para transmissão de dados recebeu este nome em homenagem ao rei dinamarquês Harald Bluetooth, conhecido em sua época – o século X – por sua ótima capacidade diplomática e de negociação. Nada mais apropriado – a tecnologia de conexão sem fio bluetooth talvez seja a de mais fácil configuração e sincronização.A solução bluetooth basicamente permite que dados sejam transferidos pelo ar em curtas distâncias ocupando uma banda de rádio de 2,4GHz – a mesma de muitos access points com tecnologia Wi-Fi e dos mais recentes telefones sem fio. Atualmente os dispositivos mais conhecidos por utilizar a solução são os celulares, os fones de ouvido, os aparelho de viva voz, alguns computadores e aos poucos os PDAs. Outros aparelhos que também utilizam a tecnologia são mouses, impressoras, receptores de GPS e controles de videogame (Nintendo Wii, por exemplo). O bluetooth é usado até para montar pequenas redes de computador nas quais não se requer altas taxas de transferência de dados.A taxa média de fluxo de dados é de 1Mbps e a distância para conexão varia entre 1 metro e 100 metros – porém, a maior parte dos aparelhos funciona com distância máxima de cerca de 10 metros. Em março deste ano, a Bluetooth Special Interest Group (SIG) anunciou que até 2008 a tecnologia deverá ter capacidade para atingir velocidades de até 100Mbps a uma distância máxima de 15 metros. Se você quer saber ainda mais sobre a tecnologia, acesse uma matéria que trata exclusivamente do assunto publicada pelo WNews com o título Bluetooth – O que é isso afinal? Wi-MaxAntes de ser uma tecnologia de conexão sem fio, WiMAX – sigla para Worldwide Interoperability for Microwave Access ou Interoperabilidade Mundial para Acesso em Microondas – é um padrão de tecnologia sem fio internacional estabelecido por uma série de parceiros comerciais. Este padrão, que é internacional, foi criado para que dispositivos pudessem ser desenvolvidos e certificados pela tecnologia WiMAX, que é, em última instância, uma versão turbinada do Wi-Fi – tanto em velocidade quanto em área de cobertura. É claro que algumas diferenças técnicas existem, mas para o usuário final, o WiMAX seria a garantia de Internet banda larga sem fio com cobertura ampla o suficiente para cobrir um cidade inteira. Transmissões de vídeo ao vivo também seriam possíveis por meio desta tecnologia.As diferenças de rede, em um primeiro momento, se limitam à capacidade de servir a objetos em movimento (Mobile) ou apenas a objetos parados (Fixed). As discussões sobre o padrão e a tecnologia seguem em uma série de Wi-MAX Fórums dos quais participam empresas como Intel, Nokia e Qualcomm. No Brasil, a Neovia provedora de acesso à Internet em banda larga por meio de diversas tecnologias, entre elas o Wi-Max, anunciou que pretende vender antenas indoor Wi-Max para usuários finais ainda em 2006. O equipamento custará, inicialmente, cerca de US$ 500, mas segundo representantes da empresa, o preço deve cair com as vendas do aparelho. Em março deste ano, a rede da Neovia conta com 4 mil pontos de presença, em 4,5 mil prédios, em 25 cidades. Cerca de 30% deste total usam a tecnologia Wi-Max. A empresa oferece cobertura em toda a cidade de São Paulo e expandirá a cobertura para o interior do estado até o final de julho.InfravermelhoO infravermelho entra como uma espécie de menção honrosa, já que as velocidades das aplicações para transmissão de dados sem fio desta tecnologia são muito baixas. As aplicações do infravermelho se limitam a controles remotos – que, apesar de importantíssimos, não envolvem nada tecnologicamente extraordinário –, periféricos, como mouse e teclado sem fio, e transmissão de pequenas quantidades de dados entre dispositivos móveis como PDAs e celulares. Além da limitação da velocidade e portanto da quantidade de dados que o infravermelho pode transmitir, existe um fator limitador que é físico. Ou seja, para funcionar – como todos que usam controle remoto sabem – os dois aparelhos devem estar no “campo de visão” para que o infravermelho seja emitido e recebido com sucesso.PerspectivasEssas são, portanto as principais soluções de tecnologia sem fio utilizadas atualmente e que puxam, a reboque, a convergência. Não seria difícil que, com o tempo, boa parte dessas tecnologias também convergissem – ou seja, que o usuário só precisasse do Wi-Fi, ou do WiMAX para tudo – celular, computador, PDA e qualquer outro dispositivo. Mas, até lá, é natural – e positivo – que surjam diversas tecnologias – assim elas competem e ganha a maior fatia de mercado a melhor e a mais barata. Foi assim entre o Beta Max e o VHS, promete ser assim com o Blu-Ray e o HD-DVD, e pode ser assim com as tecnologias de conexão, que atualmente se complementam, mas podem acabar competindo entre si para oferecer uma solução única.
ANATOMIA DE UM PC
Rui Maciel - 29/05/2006 - 18:14 Na hora de comprar um computador, alguém que não entende de informática se sente como em uma viagem ao exterior, sem falar o idioma do país visitado. Pensando nisso, o WNews “dissecou” um computador e vai explicar a você qual a função dos principais componentes, as diferenças entre eles, as principais marcas e muito mais. Com isso, você não vai mais precisar suar frio na hora de adquirir uma máquina. Boas compras!Como funcionam os computadoresPara que você aprenda sobre os componentes de um PC, é necessário primeiro entender como ele funciona. Quase todos os equipamentos do gênero trabalham sob a chamada “arquitetura de von Neumann”, proposta no final da década de 40 por John von Neumann. O método divide um computador em quatro seções: a ULA (unidade lógica e aritmética), a unidade de controle, a memória e os dispositivos de entrada e saída (E/S ou I/O). Tais setores comunicam-se por fios ou barramentos.Chip/microprocessadorÉ considerado o cérebro do computador. É nesse componente que são processadas todas as informações de um PC, ou seja, é ele que traduz os bilhões de códigos em uma linguagem palatável para o seu usuário. Um chip trabalha com dois valores: velocidade de processamento e freqüência (conhecido também como clock), que determina quantas operações podem ser realizadas por segundo. Por exemplo, um já ultrapassado chip de 733 MHz (megahertz) equivale ao processamento de 733 milhões de operações (ou ciclos) por segundo, já que 1 mega equivale a um milhão de bytes. Já um chip de 3.2 GHz (gigahertz), é igual a 3,2 bilhões de operações por segundo, sendo que 1giga é igual a mil megas ou um bilhão de bytes. E em um futuro não muito distante, os processadores trabalharão em velocidades medidas em THz (terahertz). Um 1 tera é igual a mil gigas, ou um milhão de megas ou, se preferir, um trilhão de bytes. O processador conta ainda com o auxílio da chamada memória cache, uma pequena quantidade de memória estática de alto desempenho e que aumenta a performance do chip. Quanto maior a memória cache, mais rápido o processamento de operações. Atualmente as três empresas que dominam a fabricação de chips são, nessa ordem: Intel (que foi a inventora do microprocessador em 1971), AMD e IBM (que cria dispositivos do gênero também para videogames).MemóriasA memória de um computador é normalmente dividida entre primária e secundária. A primária é classificada como RAM (Random Acess Memory ou Memória de Acesso Aleatório) e memória ROM (Read Only Memory ou Memória Somente de Leitura). A RAM permite tanto a leitura como a gravação e regravação de dados. Porém, quando o usuário desliga o computador, esse tipo de memória perde todos os seus dados. Atualmente, existem três categorias de memória RAM: a dinâmica (DRAM), a estática (SRAM) e a de sincronia dinâmica (SDRAM). A primeira é armazenada em cápsulas e tem alta capacidade de comportar grandes quantidades de dados. No entanto, o acesso a tais informações é mais lento, se comparada às estáticas. O preço de dessa memória é mais baixo devido à sua estruturação mais simples. Já as memórias SRAM são muito mais rápidas que a DRAM, mas armazenam uma quantidade menor de dados e são mais caras. E a SDRAM permite a leitura ou o armazenamento de dois dados por vez e opera em freqüências mais altas, variando de 66MHz a 133 MHz. Vale citar ainda mais dois tipos de memória, sem nos alongarmos muito: o EDO (Extended Data Out), que possibilita ao processador acessar um endereço da memória simultaneamente ao fornecimento de dados de um pedido anterior. Com isso, a memória RAM tem um belo aumento em seu desempenho, acessando informações com mais rapidez. E o DDR (Double Data Rate), que atinge taxas mais rápidas de transferência de dados, podendo chegar até 2,4GB/s. Como se trata de uma tecnologia mais atual, seu custo ainda é muito alto, mas brevemente esta será a memória padrão utilizada em boa parte dos computadores. A memória ROM (Read Only Memory ou Memória Somente de Leitura) só permite a leitura, sendo que os dados não são perdidos quando o PC é desligado. É na memória ROM que programas de configuração do computador como o BIOS e o SETUP ficam armazenados. Estes permitem que a máquina interaja com os sistemas operacionais (Windows ou Linux, por exemplo) e os periféricos instalados (teclado, mouse, impressoras, scanners, etc). Ou seja, fazem o seu computador funcionar. Literalmente. Memória SecundáriaConhecida também como Memória de Massa, é utilizada para gravar imensas quantidades de dados, que também não são perdidos quando você desliga seu PC, mesmo que depois fique um bom tempo sem usá-lo. Veja quais são os principais tipos:- Disco Rígido (HD)Principal meio para se gravar informações no computador, o HD é um sistema lacrado que contém discos de metal recobertos por material magnético onde os dados são gravados por meio de cabeças. Hoje, os discos rígidos mais utilizados nos computadores têm em média 40GB, sendo que PCs de alto desempenho oferecem entre 80GB e 100GB e todos eles gravam uma quantidade absurda de informação. Dentre as principais fabricantes desse dispositivo, estão empresas como a Samsung, a Seagate, a IBM, a Hitachi, entre outras. - CDA grande vantagem dos CDs é o fato de aliar mobilidade com a capacidade de armazenar uma grande quantidade de dados, como músicas, jogos, vídeos, entre outras informações. Divide-se em CD-R (onde é possível gravar dados apenas uma vez) e CD-RW (onde é permitido gravar e regravar informações). Sua capacidade padrão é de 700MB e seu baixo preço é um grande atrativo.- DVDUma atualização bem superior ao CD, consegue gravar uma quantidade muito maior de informações – 4.7GB contra 700MB do CD – e tem melhor qualidade de som e imagem, desde que o arquivo inserido nele também o tenha. Há ainda os DVDs de camada dupla, que têm até o dobro da capacidade para armazenar dados ou seja, 9,4 GB. Assim como os CDs, existem os DVDs graváveis e regraváveis. - Cartões de MemóriaSão pequenos dispositivos ainda mais compactos que um CD e, muitas vezes, apresentam maior capacidade de armazenamento. Seu maior defeito é a ausência de um padrão único, motivado pela falta de acordo entre as fabricantes, o que faz com que ele seja dividido em diversas categorias. Por isso, é importante que o consumidor fique atento ao PC ou notebook quando estes apresentarem entradas para cartões do gênero e verificar qual é o padrão aceito. Para saber mais, clique aqui.- DisquetePrimeiro dispositivo móvel de armazenamento de dados, o disquete consegue guardar apenas 1,5MB de informações. Pouquíssimos usuários ainda utilizam esse instrumento e muitos dos computadores e notebooks mais atuais nem mesmo trazem a entrada para ele. Anatomia de um PC (Parte 2) Rui Maciel - 31/05/2006 - 12:26 Na hora de comprar um computador, quem entende pouco de informática fica perdido com tanto tecniquês. Pensando nisso, o WNews “dissecou” um computador para explicar as funções dos principais componentes, as diferenças entre eles, as principais marcas e muito mais. Confira a primeira parte da matéria. Placa-mãe Juntamente com o chip, a placa-mãe é considerada a peça mais importante de um computador. É nela que ficam instalados o microprocessador, a memória principal, os circuitos de apoio, a placa controladora e o chipset. É também por meio desse componente que todos os periféricos instalados em um PC (teclado, mouse, impressora etc) se comunicam. O primeiro modelo de placa-mãe foi criado pela Intel e é chamado de AT. Usado até 1996, ele foi substituído pelo ATX, que atende os novos padrões de gabinete (as famosas torres). Atualmente, existem dois tipos de placa-mãe: a on-board que possui um ou mais dispositivos de expansão integrados. Por exemplo, há modelos que têm placa de vídeo, de som, modem ou placa de rede de fábrica, na própria placa. A maior vantagem de dispositivos do gênero é o fato de ele reduzir o preço do PC, já que não seria necessário adquirir os itens que já estão integrados nele. No entanto, o desempenho de tais componentes fica comprometido, já que eles exigem que o processador execute várias de suas funções. Por isso, máquinas com placa-mãe on-board são mais indicadas para escritórios e locais que não exijam computadores de alto desempenho. Para aqueles que querem PCs mais possantes, o ideal é adquirir uma placa-mãe off-board, cuja maioria dos modelos não tem itens integrados e permite a atualização dos componentes mais facilmente. No entanto, ela torna o preço final do computador mais alto. Placa de som É o dispositivo presente no PC que envia e recebe os sinais sonoros entre equipamentos de som e um computador, executando um processo de conversão Analógico-Digital e vice-versa (AD/DA). Em outras palavras, é o item responsável por qualquer som que a máquina emite. É por meio da placa de som e programas específicos que podemos editar e modificar músicas, toques, entre outros tipos de áudio. Placa de vídeo É componente do PC que manda sinais para o monitor, que as transforma em imagens ao usuário. Tais placas são responsáveis pela qualidade dos gráficos dos jogos e filmes que rodam no computador. Com memória própria, os computadores mais vendidos têm placas de vídeo com capacidade que varia entre 128MB e 256MB. As mais modernas, indicadas para jogos que exigem muito da configuração do PC, têm entre 512MB e 1GB. Existem computadores que oferecem placas de vídeo com memória compartilhada, ou seja, que dividem sua capacidade com a memória RAM. Isso significa, por exemplo, que o desempenho de uma placa com 256MB de memória compartilhada pode ficar comprometido, já que muitas vezes ela tem que “emprestar” alguns MB para que sua “colega” funcione com mais rapidez. Fax-modem Um dos dispositivos responsáveis pelo acesso do computador à Internet. Ainda presente em quase todos os computadores e notebooks, atualmente o equipamento perdeu certo espaço devido à ascensão dos serviços de banda larga (Internet em alta velocidade), que dispensam seu uso, pois utilizam a placa de rede. Os aparelhos de fax modem podem ser encontrados em versões em versões interna e externa (conectado via USB) e atingem velocidades de até 56 kbps, via acesso discado (telefone). Placa de rede Hardware responsável pela conversação dos micros por meio da rede, controlando todo o envio e recebimento de dados. É por meio desse dispositivo que os PCs têm acesso aos serviços de Internet banda larga, como o Speedy da Telefônica, o Virtua da Net ou o Velox da Telemar, entre tantos outros. Atualmente, as placas de rede mais comuns são as do tipo Ethernet, com velocidades de taxa de transmissão de dados que variam entre 10mbps até 100mbps. Em desktops e notebooks mais atuais, já possível encontrarmos placas de rede com conectividade Wi-Fi. Entradas e saídas Conhecido também como E/S ou In/Out, é por meio dessas portas que o seu PC ou notebook “conversa” com o mundo exterior, ou seja, conecta-se com periféricos como mouse, teclado impressora, scanner, joystick, etc. Hoje, as E/S mais encontradas nos computadores são as PS/2 (Portas seriais), a paralela e a USB (Universal Serial Bus). Esta vem aos poucos monopolizando os computadores, sendo compatível com quase todos os dispositivos. Isso porque sua conexão é mais prática e sua taxa de transmissão de dados com outros equipamentos é muito maior. Hoje, as portas USB estão disponíveis em duas velocidades de transmissão de dados: 1.1 e 2.0.
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